terça-feira, 1 de junho de 2010

Silêncio







Hoje o chão parecia mas frio
Mas atenuo
As marcas do meu silêncio
Eram mas forte, profundas
As pegadas afundavam no solo pacato
Na imensa escuridão do passado
O sons alcançava só os que conseguiam, e ouviam
Mas quase nada se ouvia, apenas pequenos ruídos
E um silêncio medroso.
A escuridão era negra, tanto quanto. O céu quando emenda com o mar, nas caladas noites
Nada se via, não se ouvia, nem sentia
Somente a escuridão falava, palavras ocas.


Nadja Veríssimo

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